Vou ao mar e beijo sereias, descubro tesouros magníficos, seduzo marinheiros embriagados, ah! Mas então eis que desabrocha no meu peito uma flor escarlate: a saudade. Por isso eu volto, sem desculpas para dar nem flores a oferecer. Volto no silêncio de quem nunca partiu, mas com outro brilho nos olhos...
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