Para que o maremoto não me leve. Sempre que ele vem eu fico uma bagunça; minhas janelas quebradas; minhas coisas perdidas. Dentro do caos o maremoto é o único que me despedaça. Que me arranca lágrimas das raízes e ódio dos poros. Quero dormir... e não acordar. Às vezes eu odeio ter que morar com ela. Ela me destrói.
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