sábado, 13 de julho de 2013

Held in disdain

  Deixo nos pés da sua escada um buquê colorido de ideias. Chove, nos molhamos. Sol, nos secamos. As flores vão murchar!, e você não chega. Sinto a umidade afofando meu cabelo. You're not the rain. Puppy eyes, limão... deixei muitos buquês recheados (de nada!). Acho que agora entendo, entendo bem. Eu posso ser a melhor sendo outono, sendo aquele último gole do copo que queima. Eu posso ser a melhor na noite, quando você não se lembra se sou amanda ou carolina, ou loísa... Sei que posso.

  Mas de mim, não gosto muito... mesmo. Até gosto, mas não creio que outros gostariam. Oscilo entre a calma e a insensatez. Mas é só, eu respiro, respiro. E me prendo (e repreendo) tanto! Sei que ele me acha encantadora, mas isso é culpa de Skulblakas ven , então não conta! Sou muito silêncio, e muito distante do (que todos mais observam do) mundo. Eu às vezes sou um mundo (porque vejo o mundo e o provo lambendo a ponta dos dedos e sujando a boca) e às vezes não sou nada (porque há um vão dentro da mente de todo mundo - o lago, scott - e em alguns dias a gente acorda muito próximo dele).

  O mundo é mais. E eu vou aos solavancos tentando encontrar pérolas e pedrinhas, moças bonitas e pessoas de alma boa... O mundo é um moinho (vai triturar teus sonhos tão mesquinhos).

  Vá, há outros mundos além deste.

-Vou. Tô indo.

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